O pensamento tácito e os seus inimigos

Em Knowledge Management, especialmente quem conhece  o livro The Knowledge Creating Company, de Ikujiro Nonaka e Hirotaka Takeuchi, foi apresentado ao conceito de conhecimento tácito. Primeiramente definido por Polanyi (1976), o tácito é todo e qualquer conhecimento não traduzível por linguagem, ou seja, todo o nosso campo intuitivo. Este conceito é, na minha opinião, muito… ler mais →

Penso não concordar que muitas cabeças pensam melhor! A frente do conhecimento sempre foi extendida por pensadores solitários, gênios. ... ler artigo →
21 Nov 2012
Ana, que tal incluir um folder com humor. O humor é um campo de impressionante poder. Evidentemente seguindo regras. Há cerca de 3 decadas tive contato profissional com um vendedor nato, um senhor talvez na casa dos seus 50. O gajo era um impressionante contador de piadas de "português". Já falava com sotaque de paulista. Mas nas piadas parecia um português de verdade, e era. Ele depois nos disse que já tinha feito excelentes vendas apenas por ter conseguido quebrar o clima formal de uma negociação. Não me lembro mais o nome dele mas ficou o entusiasmo que irradiava nas piadas. ... ler artigo →
25 Jan 2011
Intrigante perceber que empresas do dito primeiro mundo sofrem com quase que um engessamento, refratárias às mudanças que hoje já se fazem necessárias. Isso decerto é resultado de cultura e forte apego às tradições. Tenho a impressão que esse aspecto é bem mais brando por nossas parágens tupiniquins. O que acham outros leitores? ... ler artigo →
É uma metáfora muito utilizada. Simplista, se consideramos a vida um fenomeno simples. Complexa se olharmos com um pouco mais de carinho para as forças que comandam nossas vidas. ... ler artigo →
Ana Acabo de assistir tua palestra. Sacrificando meu horário de almoço. Muito boa! mais Parabéns! ... ler artigo →
Wow!!!! E nos deixaste sem o menor traço de que eras uma TEDSTER! Parabéns e mais Parabéns. Confesso, bastante envergonhado, que morro de inveja! Forte abraço Ferdinand ... ler artigo →
Ana Receio em não concordar com tua afirmação de que: "Os momentos “eureka” acontecem quando alguém fica exposto a perspectivas diferentes, quando alguém diz algo que é interpretado de maneira diferente por outrém com uma base de conhecimento diferente". Vejo a condição do "eureka" emergir quando tua reconstrução da realidade percebida mostra/cristaliza em um novo sentido/significado. O que acontece em grupo é que você é desafiado a reconstruir a realidade expressa por outro, por erro de cópia/replicação ou não. E nessa reconstrução percebes um significado diferente. Este é um campo fascinante. Falta nos conhecimento de como funciona a mente. ... ler artigo →
Alberto Obrigado por interagir. Assim posso aprender mais alguma coisa ( e há o que aprender/perceber!). O que consideras "dado" é apenas a natureza (inclua os 3 mundos de Popper), sem ser observada por ninguém. Ok, ele existe sim. Mas só vai entrar para o meu universo se eu o perceber. E só o poderei perceber se existirem certas condições para tal. Esta questão ficaria mais cristalina se existissem formas (significantes) de diferenciar estes conceitos. Nomeadamente, o dado hipotético externo versus o mesmo dado percebido. O mesmo se aplica à informação. Se não a perceberes não tem utilidade (não existe em teu universo). Acho que estamos com dificuldade de expressar a mesma coisa por dois caminhos diferentes. Um é o mundo real, ao qual não tenho acesso. Outro é o que percebo deste mundo real (que no fundo não é só uma percepção, é uma reconstrução em minha mente) Esta reconstrução é tão transparente que difícilmente nos apercebemos dela (a considero uma das maravilhas deste universo). Receio que estejas falando no "modo mundo real". E eu analisando/respondendo por reconstrução. Claro que eu preciso considerar a percepção/reconstrução e você não. Os conceitos estão em bases diferentes, não vão nunca coincidir. Contudo penso que quanto mais fina a granulação de tua percepção, mais apurada ela fica, mais fácilmente aparecerão outras matizes/relações. Mais próximo do "mundo real". Forte abraço ... ler artigo →
Ana Não sabemos o que te motivou a criar o KMOL ( ótimo, por sinal). Somos (nós os leitores) muito gratos às tais forças ocultas que te motivaram. E neste processo ganhamos todos. ... ler artigo →
Penso que a nossa resposta instintiva de senso de conservação da espécie e uma força de primeira ordem em nosso comportamento. Transpondo isto para as organizações, deveria também aparecer nas GC(KM)como o primeiro axioma. De que adiantam outras medidas se nossa sobrevivência está ameaçada? ... ler artigo →
Ana Eu já sou de outra opinião. Quanto mais apurada a definição e esclarecidas as diferenças tanto mais provável que a comunicasão seja efetiva, eficaz. O que tenho visto é muita gente falar sobre estes conceitos e fazer uma mistura, só gerando mais confusão. ... ler artigo →
Ana Quanto mais dominas um campo, mais difícil será aparecer uma novidade estrondosa. De lá para cá deves ter assistido à inúmeras apresentações com esta característica. Mas podes estar certa que teu subconsciente busca nuancias e um significado maior, que vai emergir como que por encanto. Sempre aprendemos algo, mesmo sem perceber. ... ler artigo →
Comentário tardio. GC ou KM estão também ligadas à questão de longevidade ou mesmo sobrevivência da organização. Imaginem o que ocorre se teus concorrentes fazem KM e só não a tua organização! ... ler artigo →
Ana Uma das mais divertidas coisas que chamam atenção em teus posts é a diferença entre o português de Portugal e o do Brasil. Não sei ainda o que é roca ( seria o nosso chocalho?), mas vou ao dicionário depois. Palas, com certeza são as "viseiras". Com certeza as usamos muito mais do que percebemos. E percepção ( diferenças de percepção)é um dos componentes cruciais do nomeado "problema de comunicação " nas organizações. Este post mereçe ser expandido, devido sua importância para a KM. ... ler artigo →
Como ficou este evento? Não achei mais comentários a respeito. ... ler artigo →
Ana Gostei das 3 grandes mentiras de do Kleiner! Talvez ele já tenha adicionado outras com o passar do tempo. ... ler artigo →
Prezada Ana Apesar de quase década, o texto é muito denso e interessante. Não sei se depois do evento desenvolveste alguns dos temas em separado, tens muitos escritos. Não é nada fácil achar conexões quando não aparecem naturalmente. Parabéns. ... ler artigo →
Ana A historia do bar me faz lembrar outra, de mesmo calibre. Acho que era um depoimento de Robert MacNamara nos anos 60 ou 70. Se não estou fazendo confusão, era mais ou menos assim: Ele (o Namara) havia recusado por 3 vezes consecutivas o relatório de um assunto importante de um de seus assessores. Ao recusar, dizia: Com certeza podes fazer melhor que isso! E o assessor refazia o relatório à duras penas. Quando finalmente o aceita, diz ao assessor: Agora, deve estar bom. Agora vou ler! ( o assessor deve ter ficado muito zangado!) A situação é idêntica no aspecto que ambos presumem, que quem fez o trabalho devia saber melhor, se se tivesse esforçado mais. Mas como a relação esforço x resultado não é linear ( pode inclusíve ser negativa) o cliente/ patrão pode estar recebendo um produto mais custoso e de pior qualidade. Esta questão permite diversas interpretações. ... ler artigo →