Chip Heath and Dan Heath, USA, 2005 Often people say that is hard to embed knowledge management principles, or that staff resist the use of collaboration platforms, or even that teams work in silos and don’t hear any different. All this comes down to one thing: change. And we know change is hard, both at…read more →
Archives from Author Ana Neves
UPoint
I remember once visiting one of Schlumberger’s offices. It was in the UK and it harboured many of the oil company’s Research and Development team. I was struck by how much their behaviour, processes, opportunities and challenges resembled those at academic research labs. I was therefore not surprised when I recently heard about a tool…read more →
Influencing behavior
A friend of mine shared a great video on Facebook. One of those which makes us smile and carry on believing there are good people around in the world. Initially, the cub bears are incapable of climbing out of the dumpster bin. The men gave them a tool, the ladder, allowing them to overcome that physical incapacity.…read more →
Paul Corney
Storytelling are an important theme: many are passionate about it, others are scared by it, unknown to some and ridiculed by many in the latter group. Sparknow is a London-based company with a big tradition in the use of storytelling for organisational knowledge management. We interviewed Paul Corney, Sparknow’s managing partner. The conversation was around storytelling, what else?…read more →
The Wisdom of Crowds: Why the Many Are Smarter Than the Few
It was originally published in 2004 and is considered by many a must-read book for all those interested in intelligence, information, collaboration, decision making and “social stuff”. The Wisdom of Crowds has been traveling with me for a while for lack of time to read it. I have finally been able to finish reading it.…read more →
Your staff has nothing against sharing knowledge…
“Gillian isn’t sick. She’s a dancer” were the characters used by dear @jesybean to recommend a short video about a child whose behavior parents and teachers misunderstood. The first words that came to my mind as I finished watching it were “Your staff has nothing against sharing knowledge. They are just not encouraged and supported to…read more →
Social Now: Tools for Workforce Collaboration
Social Now is an international event with a unique format, conceived to help you choose tools for the social organisation, whilst reminding you of the importance of adoption and accompanying processes. Tools will be presented as answers to common business case scenarios – collaborative project work, topic-based knowledge sharing, innovation management. An independent panel will…read more →
Food for thought through “thought for food”
When I wrote about similarities between social tools and sauces, Keith Brophy alerted me to a Malcolm Gladwell TED talk and Luis Suarez mentioned his post on Thought for Food which stems from a TED talk by JP Rangaswami. Twitter also brought to my attention a post by Rachel McAlpine about intranet obesity. Lots of…read more →
Why social tools are like sauces
I love sauces. Sauces are great. People usually love sauces. Ketchup, mayo, soy, white, vinagrette, etc.. Some interesting facts about sauces: they complement and enhance food’s flavour we don’t really have sauce on its own not every sauce goes well with every meal unless you are a food specialist, you know if a sauce tastes…read more →
Podio
There is a growing interest in social tools: both from individuals and organisations. The latter are looking at social tools, and more specifically, social sites (e.g. Facebook, Twitter, LinkedIn) as a marketing and communication channel. Increasingly, they are also considering the use of social tools inside the organisation to improve communication, collaboration, knowledge sharing, etc..…read more →
"O desenvolvimento das Redes Sociais produz fortes ganhos de produtividade e pode levar a novas áreas de crescimento que a Portugal precisa? Sim, se…Não, se… :) 1. Caso se esteja a pensar em "Redes sociais" cuja intenção principal é a "socialização", como as que foram incluídas no Inquérito (Facebook, LinkedIN, Twitter, Plaxo e HI5) então elas não têm nenhuma influência positiva DIRECTA sobre a produtividade, e podem constituir uma poderosa distracção para os trabalhadores, pelo que o seu uso deve ser proibido no tempo de serviço, excepto para aquelas pessoas cujo trabalho seja divulgar a empresa nessas redes ou usá-las para obter informação para head hunting, embora possa ser aconselhado o seu uso à noite ou em fins de semana, pese embora a sua eficácia na produtividade depender muito de quem são os "amigos" de cada um. 2. Se por redes sociais, estamos a considerar produtos internos à empresa, que potenciem a gestão do conhecimento, a aprendizagem e inovação organizacionais, as comunidades de prática, etc., então eles podem e devem ser usados pelas empresas. Embora os mais potentes, sejam caros e só sejam acessíveis a grandes empresas, existem outros menos potentes, mas mais baratos, que podem (e nalguns casos estão já a) ser usados por várias empresas no sentido de se tornarem "Empresas 2.0" 2.1 Entre os primeiros, os mais potentes, combinando blogs, wikis, files, etc. numa única plataforma, bem como a possibilidade de criação de grupos que herdam todos esses utensílios são o da Telligent (de que existe aliás um add on específico para Inovação, desenvolvido pela empresa portuguesa que os representa cá (o Innovationcast da weListen) e o Jive. 2.2. Entre os segundos, há vários tipos, mais limitados: Uns, como o Ning (escolhido entre muitos outros similares) são plataformas na Web que podem ser usadas a baixo custo (veja-se um exemplo, este usado para fins educacionais com alunos dos 50 aos 73 anos, em http://universidadeseniordautl.ning.com/); outros são produtos open source, que têm de ser costumizados e correr num servidor da empresa de que, entre outros, destaco o Elgg." ... read article →
A palestra é, de facto, hilariante e... oh, so true!
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Sorteio do vencedor site
Sorteio do vencedor Facebook
... read article →"Se os jovens estão no local de trabalho a desperdiçar tempo no Facebook, isso não é um problema de tecnologia. É um problema de fluxos de trabalho, motivação, supervisão. A minha geração não entende a cultura de colaboração, não entende as novas ferramentas e não entende a nova geração. Os blogues, redes sociais, wikis são o novo sistema operativo das empresas."
... read article →- . o nº 1 e 2 da lista nesta página são de especial interesse para o que pergunta
- . Livros sobre planeamento de iniciativas de gestão de conhecimento
- . Alunos, professores, inovadores… e crianças?
- . textos no KMOL sobre processos de conhecimento
- . apontadores que vou registando no Delicious relacionados com a gestão de conhecimento
- . site da APQC
- . José Baldaia
- . Luis Suarez
- . Dave Snowden
- . Nancy Dixon
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"Original ideas emanate from (...) individuals, diffuse within the team, and then become organizational ideas" (p 76)
"The Knowledge-Creating Company" - Amazon UK- "A quem se dirige para pedir informação quando está para começar um novo projecto?"
- "Quando tem uma ideia, com quem a partilha?"
- "A quem se dirige para saber da última fofoca?"
- "Com quem valida o seu trabalho?"
- se tiver perguntas encadeadas não conseguirá garantir que quem responde, responde também à seguinte
- não pode ter perguntas de resposta obrigatória
- as respostas existem enquanto entidades isoladas e não enquanto um todo (o que significa que será difícil "preparar terreno" antes de chegar às questões fulcrais e que será difícil conseguir dados demográficos que lhe permitam analisar os dados de diversos ângulos)
- as respostas de texto livre podem apenas ter... 140 caracteres :-)
- explique o propósito dos mídia sociais
- seja responsável com o que escreve
- seja autêntico
- considere a sua audiência
- use o seu bom senso
- entenda o conceito de comunidade
- respeite o copyright
- lembre-se de proteger informação confidencial e proprietária
- acrescente valor
- a produtividade importa
- dando acesso aos chefes para que pudessem ver a auto-avaliação dos membros da sua equipa e poderem usar essa informação no processo de avaliação
- criando um modo que permite contrastar a auto-avaliação com a perspectiva da chefia sobre os mesmos pontos
- adicionando ao ponto anterior a possibilidade de outros colegas, de forma anónima, avaliarem o indivíduo nas mesmas capacidades e comportamentos para se conseguir uma avaliação 360º.
