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	<description>Gestão de Conhecimento e Aprendizagem Organizacional</description>
	<lastBuildDate>Thu, 18 Apr 2013 08:00:44 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Social Now 2013</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 08:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Social Now is an international event with a unique format, conceived to help you choose tools for the social organisation, whilst reminding you of the importance of adoption and accompanying processes. The first edition of Social Now took place in Oporto, Portugal, on 27th and 28th June 2012. Social collaboration tools are demonstrated as answers<a class="moretag" href="http://kmol.online.pt/eventos/2013/04/18/socialnow2013">... ler mais &#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://socialnow.org"><img class="  aligncenter" title="Social Now 2013" src="http://socialnow.org/imagens/SocialNow-banner940px.PNG" alt="Banner do Social Now" width="596" height="135" /></a></p>
<p>Social Now is an international event with a unique format, conceived to help you choose tools for the social organisation, whilst reminding you of the importance of adoption and accompanying processes.</p>
<p>The first edition of Social Now took place in Oporto, Portugal, on 27th and 28th June 2012.</p>
<p>Social collaboration tools are demonstrated as answers to common business case scenarios. A fictitious company will be the focus of all presentations throught the course of the event.</p>
<p>An independent panel digs deeper, highlighting the different aspects which should be considered when choosing a social collaboration tool.</p>
<p>Expert professionals bring in their insights about trends, adoption, processes, etc..</p>
<p>Social Now is a celebration of the enterprise 2.0. It is a step towards your organisation as a social organisation: one which values people as repositories, creators and users of key, strategic knowledge.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>3ème Édition Intelligence Competitive et Management des Connaissances</title>
		<link>http://kmol.online.pt/eventos/2013/04/08/3-intelligence-competitive-et-management-des-connaissances</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Apr 2013 08:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Par quels moyens l’intelligence Compétitive Peut Préparer et Accompagner la Stratégie de Développement à l’Internationale d’une Organisation? Suite au succès de l’édition précédente cette conférence produite par marcus evans vous aidera à répondre aux principaux challenges rencontrés pour accompagner et développer votre stratégie de développement à l’internationale. A travers des études de cas concrets l’événement<a class="moretag" href="http://kmol.online.pt/eventos/2013/04/08/3-intelligence-competitive-et-management-des-connaissances">... ler mais &#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Par quels moyens l’intelligence Compétitive Peut Préparer et Accompagner la Stratégie de Développement à l’Internationale d’une Organisation?</p>
<p>Suite au succès de l’édition précédente cette conférence produite par marcus evans vous aidera à répondre aux principaux challenges rencontrés pour accompagner et développer votre stratégie de développement à l’internationale.  A travers des études de cas concrets l’événement présentera les diverses stratégies pour adopter une démarche de veille, élaborer une stratégie de conquête de marchés émergents puis mettre en place une cellule de veille dans les filiales adaptée au marché local.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>É na faixa dos 30 aos 45 anos que se abraçam as ferramentas sociais nas organizações</title>
		<link>http://kmol.online.pt/blog/2013/03/26/30-45-anos-ferramentas-sociais-nas-orgs</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 14:40:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[actores_do_conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[cultura_organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas_sociais]]></category>
		<category><![CDATA[organizações]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Acredito que é na geração dos 30 aos 45 anos que se encontram as pessoas melhor preparadas para aderir a estas ferramentas e dar-lhes a utilização mais indicada para que tenham verdadeiro impacto nos resultados da organização.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1879" class="wp-caption alignleft" style="width: 243px"><a href="http://kmol.online.pt/wp-content/uploads/man_laptop_park.jpg"><img class=" wp-image-1879  " title="man_laptop_park" src="http://kmol.online.pt/wp-content/uploads/man_laptop_park.jpg" alt="" width="233" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Entre outras vantagens, as ferramentas sociais permitem colaborar com colegas em qualquer lugar (foto de <a title="Foto no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/guiguis/2319539003/" target="_blank">Guilherme Ribeiro</a>)</p></div>
<p>A semana passada estive em Paris para assistir ao <a title="Enterprise 2.0 Summit" href="http://www.e20summit.com/" target="_blank">Enterprise 2.0 Summit</a>. Este evento anual consegue reunir um grande número de casos de organizações que estão a abraçar as ferramentas e as práticas inerentes a uma organização social (por exemplo, o Simply Market, a Deutsche Post, Amadeus, ou as portuguesas Sonae Indústria e <a title="Uma intranet baseada na colaboração :: iGovSP" href="http://igovsp.net/sp/uma-intranet-baseada-na-colaboracao/" target="_blank">Câmara Municipal do Seixal</a>). É muito interessante ver como as organizações vão, ou não, evoluindo; vão, ou não, ultrapassando as dores de crescimento que vêm com a adoção dessas práticas e ferramentas; etc..</p>
<p>Mas se é interessante ouvir às apresentações, não é menos interessante conversar com os outros participantes nos intervalos ou, também fantástico!, conversar com eles <a title="#e20s no Twitter" href="https://twitter.com/search?q=%23e20s&amp;src=hash" target="_blank">via Twitter</a> sobre o que está a ser dito no palco.</p>
<p>E este ano, no final do primeiro dia de evento, teve lugar um debate muito interessante sobre a relevância da idade dos colaboradores na rapidez de adaptação às ferramentas sociais introduzidas.</p>
<p>No <a title="Quem disse que os mais novos são melhores com ferramentas sociais? :: iGovSP" href="http://igovsp.net/sp/mais-novos-ferramentas-sociais/" target="_blank">meu mais recente post para o iGovSP</a> dei a minha opinião sobre esse tópico:</p>
<blockquote><p>&#8220;Para mim, a capacidade de usar as ferramentas sociais tem duas componentes: a capacidade de “operar” a ferramenta, e a capacidade de a usar de forma útil.<br />
Usando uma analogia musical: uma pessoa que sabe tocar um instrumento pode não saber como tocar uma música nesse instrumento. Do mesmo modo, uma pessoa que saiba uma música pode não saber tocar um instrumento.&#8221;</p></blockquote>
<p>Os mais jovens podem saber tocar o instrumento ou ter mais facilidade em aprender a tocar o instrumento. Mas a verdade é que os mais velhos estão mais habituados ao mundo do trabalho e estão muito mais bem preparados para pensar como o instrumento (as ferramentas sociais) se podem encaixar e melhorar esse mundo.</p>
<p>Esta questão da idade é, na verdade muito interessante e potencialmente enganadora. Assumimos que os jovens serão mais capazes de abraçar estas ferramentas porque quase nasceram com elas. Assumimos que os jovens terão mais facilidade de abraçar novas formas de trabalho porque, quando acabados de sair da universidade, não experimentaram outras. Mas a verdade, parece-me a mim, é muito diferente.</p>
<p>Em primeiro lugar os jovens de hoje em idade de trabalho não nasceram com estas ferramentas. O Facebook foi lançado em 2004, o Twitter em 2006, o LinkedIn em 2003.</p>
<p>Em segundo lugar, os jovens chegam ao mercado de trabalho sem experiência de trabalho em ambiente corporativo. Aliás, chegam ao mercado de trabalho com hábitos criados por anos no sistema de ensino: um sistema que premeia o individualismo (copiar não é permitido, lembram-se?), que incentiva a competição (em muitas situações a nota alcançada é o fator decisão para a conquista de um emprego), que os considera personagens passivos do processo de ensino (quem manda é o professor), etc..</p>
<p>Se juntarmos estas duas questões, conseguimos perceber porque é que os mais jovens têm alguma dificuldade em utilizar ferramentas sociais no contexto de trabalho e, ainda mais, como facilitadoras de formas de trabalho mais “livres”: trabalho a partir de casa, em horário flexível, e com acompanhamento mínimo. Sentem falta, parece, da disciplina para que se consigam manter motivados; sentem falta do acompanhamento para que o <em>feedback</em> possa ser mais imediato.</p>
<p>Acredito que é na geração dos 30 aos 45 anos que se encontram as pessoas melhor preparadas para aderir a estas ferramentas e dar-lhes a utilização mais indicada para que tenham verdadeiro impacto nos resultados da organização.</p>
<p>Qual a vossa opinião? Quando pensam nas vossas organizações, esta ideia confirma-se?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Globaz</title>
		<link>http://kmol.online.pt/casos/2013/03/05/globaz</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Mar 2013 22:32:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[caso]]></category>
		<category><![CDATA[cultura_organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[escritório]]></category>
		<category><![CDATA[espaço_trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[De vez em quando tenho o prazer de visitar empresas onde me deparo com ideias geniais de tão simples que são e de tão eficazes que podem ser. Uma ligação vídeo entre escritórios e uma campainha podem fazer a diferença.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De vez em quando tenho o prazer de visitar empresas onde me deparo com ideias geniais de tão simples que são e de tão eficazes que podem ser.</p>
<p>A <a title="Globaz" href="http://www.globaz.pt/" target="_blank">Globaz</a> é uma agência de comunicação de <em>marketing</em> com 27 colaboradores, sendo que 25 se encontram em Oliveira de Azeméis e 2 em Oeiras.</p>
<p>Em Oliveira de Azeméis, o escritório é comprido, quase como um estreito corredor ao longo do qual os colaboradores se sentam em duas filas que se olham frente a frente.</p>
<div id="attachment_1865" class="wp-caption aligncenter" style="width: 535px"><a href="http://kmol.online.pt/wp-content/uploads/Globaz-OAZ.jpg"><img class="wp-image-1865 " title="Globaz-OAZ" src="http://kmol.online.pt/wp-content/uploads/Globaz-OAZ.jpg" alt="" width="525" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">Os colaboradores da Globaz em Oliveira de Azeméis distribuem-se ao longo do que parece um comprido corredor. Ao fundo, a &#8220;janela&#8221; para os colegas em Oeiras</p></div>
<p>Numa das pontas do corredor, um monitor, sempre ligado. A imagem: o escritório de Oeiras. Do outro lado, em Oeiras, um monitor semelhante retribui a imagem contínua do que se passa no escritório de Oliveira de Azeméis.</p>
<div id="attachment_1866" class="wp-caption aligncenter" style="width: 535px"><a href="http://kmol.online.pt/wp-content/uploads/Globaz-OEI.jpg"><img class=" wp-image-1866 " title="Globaz-OEI" src="http://kmol.online.pt/wp-content/uploads/Globaz-OEI.jpg" alt="" width="525" height="351" /></a><p class="wp-caption-text">Os dois Globázios em Oeiras quase que partilham o espaço com os colegas em Oliveira de Azeméis</p></div>
<p>João Gaspar, um dos sócios e fundadores da Globaz, chega ao escritório em Oliveira de Azeméis, olha para o monitor, e diz &#8220;olá&#8221; para os colegas em Oeiras.</p>
<p>Dois <em>thin clients</em> parece um investimento pequeno para o impacto que esta prática pode ter para a empresa. Na verdade, os colegas em Oeiras vinham de uma empresa recentemente comprada pela Globaz e que, devido à distância geográfica, corriam o risco de uma integração muita lenta. A ligação vídeo via <a title="Skype" href="http://www.skype.com/" target="_blank">Skype</a> não resolve o problema, mas cria uma ligação mais forte entre colegas e cimenta o espírito de empresa única que os sócios ambicionam.</p>
<div id="attachment_1873" class="wp-caption aligncenter" style="width: 535px"><a href="http://kmol.online.pt/wp-content/uploads/Globaz-campainha.jpg"><img class=" wp-image-1873 " title="Globaz-campainha" src="http://kmol.online.pt/wp-content/uploads/Globaz-campainha.jpg" alt="" width="525" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">A campainha usada pelos Globázios para assinalar uma venda e ao fundo o porquinho mealheiro que cobra por cada toque involuntário ou injustificado</p></div>
<p>Durante o tempo da minha reunião ouvi uma campaínha. Uma campaínha daquelas que, nos filmes, me habituei a ver na receção dos hóteis. &#8220;Alguém fez uma venda!&#8221;, disse o João Gaspar. O CRM é atualizado mas o soar da campainha no escritório é um gesto simples de celebração em conjunto e, acima de tudo, de criação de uma consciência partilhada do que é a empresa.</p>
<div id="attachment_1867" class="wp-caption aligncenter" style="width: 535px"><a href="http://kmol.online.pt/wp-content/uploads/Globaz-cozinha.jpg"><img class=" wp-image-1867 " title="Globaz-cozinha" src="http://kmol.online.pt/wp-content/uploads/Globaz-cozinha.jpg" alt="" width="525" height="530" /></a><p class="wp-caption-text">A cozinha da Globaz em Oliveira de Azeméis:<br />um importante espaço para conversas informais</p></div>
<p>Os Globázios, como se auto-denominam os colaboradores da Globaz, têm áreas que querem melhorar mas têm, à partida, iniciativas que, apesar de pequenas, lhes dão um bom impulso para que a empresa continue o seu crescimento contínuo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>CONGEP &#8211; VII Congresso Nacional de Gestão do Conhecimento na Esfera Pública</title>
		<link>http://kmol.online.pt/eventos/2013/03/01/congep2013</link>
		<comments>http://kmol.online.pt/eventos/2013/03/01/congep2013#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Feb 2013 23:14:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Já estamos na 7ª Edição do Congresso Nacional de Gestão do Conhecimento na Esfera Pública (CONGEP). O tema principal do CONGEP 2013 será “A Gestão do Conhecimento para a efetividade da Administração Pública: Princípios, Modelos e Temas Prioritários da agenda”. Nossa expectativa é de receber, pelo menos, 600 congressistas, entre profissionais do meio acadêmico, público,<a class="moretag" href="http://kmol.online.pt/eventos/2013/03/01/congep2013">... ler mais &#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já estamos na 7ª Edição do Congresso Nacional de Gestão do Conhecimento na Esfera Pública (CONGEP). O tema principal do CONGEP 2013 será “A Gestão do Conhecimento para a efetividade da Administração Pública: Princípios, Modelos e Temas Prioritários da agenda”.</p>
<p>Nossa expectativa é de receber, pelo menos, 600 congressistas, entre profissionais do meio acadêmico, público, privado e sociedade civil. Principalmente, porque ao longo dos últimos anos, o CONGEP tem proporcionado o debate sobre o aperfeiçoamento da gestão pública na economia de recursos humanos e materiais, na discussão de problemas e na busca de soluções em questões comuns a diversas instituições públicas.</p>
<p>Serão exposições e diálogos não somente sobre conceitos, mas também sobre as experiências práticas, oriundas da agenda da administração pública no campo da Gestão do Conhecimento, nas politicas e ações do Estado aplicáveis a esta área, e que envolva os três poderes e níveis federal, estadual e municipal.</p>
<p>Teremos como expositores gestores públicos, representantes da Academia/Universidades e da Sociedade Civil, garantindo representação social plural.</p>
<p>O congresso contará com a participação de integrantes da administração pública, dirigentes e gestores de organismos internacionais, agências de fomento, centros de pesquisa, sociedade civil, acadêmicos e empresas públicas, entre outros.</p>
<p>Não percam esta oportunidade de estar em contato com a disseminação de práticas de gestão do conhecimento na administração pública.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>KM Europe 2013</title>
		<link>http://kmol.online.pt/eventos/2013/02/25/kmeurope2013</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Feb 2013 07:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Globally, KM is currently undergoing a something of a resurgence, assisted in part by the current information overload, which is in turn being driven by the increased use of social media. The challenge for both public and private sector organisations is to ensure that the strategic role of KM in capturing and optimising the organisation’s<a class="moretag" href="http://kmol.online.pt/eventos/2013/02/25/kmeurope2013">... ler mais &#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Globally, KM is currently undergoing a something of a resurgence, assisted in part by the current information overload, which is in turn being driven by the increased use of social media. The challenge for both public and private sector organisations is to ensure that the strategic role of KM in capturing and optimising the organisation’s intellectual capital is secured. Knowledge managers certainly do not underestimate the power of knowledge but the hard part is ensuring that senior managers are hands on in driving knowledge strategy and see it as central to the business plan, rather than as a nice-to-have function that the business could manage without.</p>
<p>New management thinking has a role to play here. With the recent global financial crisis, and structural market change in some industries having demonstrated the need for agility, KM can surely assist organisations with getting closer to their markets, to become more flexible and innovate in their products, services and business models. At KM Europe 2013 we are delighted to announce a brand new keynote from global KM expert Dave Snowden, which will explore the relationship between KM and agile management.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conversas informais e uma dica para a sua plataforma de colaboração</title>
		<link>http://kmol.online.pt/blog/2013/02/21/conversas-informais-e-dica</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 15:59:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas_sociais]]></category>
		<category><![CDATA[intranet]]></category>
		<category><![CDATA[plataformas_de_colaboração]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabei de ouvir uma conversa que me fez pensar na importância das trocas informais. Uma pessoa sentada ao meu lado, que trabalha numa grande multinacional, telefonou a um colega do outro lado do oceano e disse: “Estou chateado com a nossa plataforma e preciso de refilar com alguém.”]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1842" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class=" wp-image-1842 " title="frustration" src="http://kmol.online.pt/wp-content/uploads/frustration.jpg" alt="Frustração" width="300" height="245" /><p class="wp-caption-text">Foto de <a href="http://www.flickr.com/photos/sybrenstuvel/2468506922/" target="_blank">Sybren A. Stüvel</a></p></div>
<p>Acabei de ouvir uma conversa que me fez pensar na importância das trocas informais.</p>
<p>Uma pessoa sentada ao meu lado, que trabalha numa grande multinacional, telefonou a um colega do outro lado do oceano e disse: “Estou chateado com a nossa plataforma e preciso de refilar com alguém”.</p>
<p>A plataforma a que se referia é uma das várias ferramentas de colaboração de que a empresa dispõe para facilitar o trabalho dos seus colaboradores. A pessoa do outro lado da linha, era um colega de equipa, também ele motivado para a utilização destas ferramentas.</p>
<p>Os dois colegas passaram os 30 minutos seguintes a criticar a falta de flexibilidade da ferramenta, o facto de não integrar com outras que têm de usar, a fraca experiência que proporciona às pessoas, etc..</p>
<p>Mas no meio desta conversa, desta ladainha de queixumes, ouvia a pessoa ao meu lado dizer coisas como “Não seria fantástico se&#8230;” ou então “Ah, mas sabias que podes fazer assim&#8230;” ou ainda “Não fazia a mínima ideia. Isso vai-me poupar imenso tempo pois tenho dificuldades com isso cada vez que preparo o relatório semanal”.</p>
<p>O que aconteceu foi que durante aquela conversa completamente informal, houve uma valiosa troca de conhecimento, de dicas e experiências de que ambos vão poder beneficiar de imediato. Acredito que aqueles 30 minutos tenham sido dados por muito bem empregues por ambos os lados.</p>
<p>Mas, e as ideias que eles têm para melhorar a plataforma? E as dicas que ambos trocaram entre si?</p>
<p>Aqui fica uma sugestão.</p>
<p>Dentro da plataforma deveria haver uma área dedicada à própria ferramenta. Nessa área deveria ser dada oportunidade aos colaboradores de:</p>
<ul>
<li>partilhar sugestões de melhoria da plataforma</li>
<li>perguntar como se faz A ou B</li>
<li>trocar truques que vão descobrindo.</li>
</ul>
<p>Esta simples iniciativa pode ter várias consequências positivas:</p>
<ol>
<li>cada dica partilhada e usada pode, efetivamente, evitar horas de tempo perdido à empresa</li>
<li>haver um espaço onde as pessoas podem ir significa uma janela para ventilar a sua frustração que, de outra forma, poderia significar um dia de mau humor e consequente perda de produtividade</li>
<li>dá um sinal de que a opinião dos colaboradores é valorizada pela empresa.</li>
</ol>
<p>Claro que para que estes benefícios se concretizem, especialmente este último, é importante que a empresa não só crie o espaço para as sugestões mas crie também mecanismos para trabalhar, analisar e implementar as ideias. Como em tudo: a ferramenta só não chega – também é preciso ter o processo.</p>
<p>Ah, e já agora, este espaço deverá ser um espaço descontraído para que os colaboradores sintam que, aqui, estão a ter as suas conversas informais.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O documento à pessoa ou a pessoa ao documento</title>
		<link>http://kmol.online.pt/blog/2013/02/12/documento-pessoa-documento</link>
		<comments>http://kmol.online.pt/blog/2013/02/12/documento-pessoa-documento#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2013 00:11:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[documentos]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[intranet]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre digo que uma das coisas mais importantes dos conteúdos armazenados nas infra-estruturas tecnológicas das organizações são os nomes dos seus autores e não os conteúdos propriamente ditos. E daí ser tão importante criar o hábito de levar as pessoas aos conteúdos para que elas se possam servir dos meta-dados associados e que podem ser<a class="moretag" href="http://kmol.online.pt/blog/2013/02/12/documento-pessoa-documento">... ler mais &#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre digo que uma das coisas mais importantes dos conteúdos armazenados nas infra-estruturas tecnológicas das organizações são os nomes dos seus autores e não os conteúdos propriamente ditos. E daí ser tão importante criar o hábito de levar as pessoas aos conteúdos para que elas se possam servir dos meta-dados associados e que podem ser tão ou mais importantes do que o conteúdo.</p>
<p>A mensagem que vi hoje no Twitter é uma daquelas citações a não esquecer :-)</p>
<blockquote class="twitter-tweet"><p>Knowledge Management quote heard today: &#8220;Don&#8217;t send the document to the person, send the person to the document.&#8221; <a href="https://twitter.com/search/%23km">#km</a> <a href="https://twitter.com/search/%23in">#in</a></p>
<p>&mdash; Tom Condon (@condontm) <a href="https://twitter.com/condontm/status/300978205031014400">February 11, 2013</a></p></blockquote>
<p><script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<title>Organizações &#8220;caminháveis&#8221;</title>
		<link>http://kmol.online.pt/blog/2013/02/08/organizacoes-caminhaveis</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Feb 2013 17:13:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[espaço_trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[gestão_de_conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[métricas]]></category>

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		<description><![CDATA[O que aconteceria se tentássemos medir a qualidade de uma organização a partir da forma como gere o seu conhecimento?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1826" class="wp-caption alignleft" style="width: 384px"><a href="http://www.c-spanvideo.org/program/310152-1"><img class="size-full wp-image-1826" title="JeffSpeck-video" src="http://kmol.online.pt/wp-content/uploads/JeffSpeck-video.png" alt="" width="374" height="284" /></a><p class="wp-caption-text">Jeff Speck apresenta o seu livro &#8220;Walkable City&#8221;</p></div>
<p>Não me perguntem porquê (porque eu já não me recordo) mas a semana passada dei por mim a ouvir <a title="Jeff Speck" href="http://www.jeffspeck.com/" target="_blank">Jeff Speck</a> a apresentar o seu livro “Walkable City: How Downtown Can Save America, One Step at a Time”.</p>
<p>Na leitura que o autor faz do prólogo ouvi uma frase que me fez parar o trabalho que me ocupava com o som do vídeo em fundo.</p>
<blockquote><p>“What works best in the best cities is walkability. Walkability is both an end and a means, as well as a measure.”</p></blockquote>
<p>Esta frase é fantástica! E é fantástica porque, na minha cabeça, ligou um pequeno interruptor.</p>
<p>O que aconteceria se tentássemos medir a qualidade de uma organização (ou até mesmo de uma cidade, porque não?) a partir da forma como gere o seu conhecimento?</p>
<p>No <a title="Estudo de GC :: Knowman" href="http://knowman.pt/estudo-GC" target="_blank">estudo de gestão de conhecimento</a>, cujo <a href="http://knowman.polldaddy.com/s/gc-portugal-2012" target="_blank">questionário da terceira edição lancei recentemente</a>, procuro caracterizar a abordagem que cada organização utiliza para a gestão de conhecimento: estratégica, operacional, intencional, informal. Como seria se tentássemos ligar esta informação aos resultados financeiros da organização?</p>
<p>Acredito ter visto algo neste sentido – terá sido num trabalho da APQC? &#8211; mas como seria bom poder fazer isso junto das organizações de uma forma mais sistemática. Como seria bom poder usar essa informação para provar às organizações que sim, que vale a pena apostar na gestão de conhecimento de uma forma estratégica pois isso conduz a resultados positivos concretos.</p>
<div id="attachment_1827" class="wp-caption alignleft" style="width: 203px"><img class=" wp-image-1827 " title="Walkable City - book cover" src="http://kmol.online.pt/wp-content/uploads/walkable_city.jpg" alt="" width="193" height="288" /><p class="wp-caption-text"><a href="http://www.amazon.co.uk/gp/product/0374285810/ref=as_li_qf_sp_asin_il_tl?ie=UTF8&amp;camp=1634&amp;creative=6738&amp;creativeASIN=0374285810&amp;linkCode=as2&amp;tag=portalkmol-21">Amazon UK</a> | <a href="http://www.amazon.com/gp/product/0374285810/ref=as_li_qf_sp_asin_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=0374285810&amp;linkCode=as2&amp;tag=portalkmol-20">Amazon US</a></p></div>
<p>Para além deste ponto, a frase de Speck despertou o meu interesse porque acredito na importância que o espaço físico de uma organização tem na forma como as pessoas convivem e no “tom” da organização. Se o espaço físico da organização for convidativo, as pessoas levantar-se-ão mais frequentemente para ir falar com os seus colegas, terão prazer em estar no escritório, serão mais felizes durante o tempo que lá passarem. E tudo isso se traduz em melhores resultados, mas também em melhores conversas e trocas informais de conhecimento e informação.</p>
<p>Será que podemos pensar na <em>walkability</em> dos espaços físicos das organizações?</p>
<p>Uma outra passagem do livro que o autor lê na sua apresentação leva-nos a acreditar que sim, ou pelo menos enfatiza a importância que os espaços têm na interação que permitem e a importância que as interações casuais têm na troca de conhecimento:</p>
<blockquote><p>Habitar na cidade “also gives you the chance to get familiar with locals over coffee, dinners in people&#8217;s homes, drinks in neighborhood pubs and during chance encounters on the streets. These non-meeting meetings are where most of the real intelligence gets collected” (19&#8217;55&#8221;)</p></blockquote>
<p>E já agora, não devemos também pensar na “<em>walkability</em>” das <em>intranets</em> e das plataformas colaborativas das organizações? Ou será que isto entra tudo na questão tão importante da <em>user experience</em>? (Considero esta questão tão crucial que o painel do <a title="Social Now: Tools for Workforce Collaboration" href="http://socialnow.org" target="_blank">Social Now</a> até inclui um profissional a representar esta parte da equação na análise de ferramentas sociais.)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Gestão do Conhecimento</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Feb 2013 08:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[09h30 &#8211; Abertura e Boas Vindas 09h45 &#8211; Painel I – Estratégia Europa 2020 10h00 &#8211; Painel II &#8211; Mesa Redonda Moderador: Etelberto Costa (Coordenador do Projeto Oportunidade 2020) “Inteligência Competitiva &#8211; Um Novo Desafio Estratégico“, Francisco Jaime Quesado &#8211; Especialista em Estratégia, Inovação e Competitividade “A gestão de conhecimento nas organizações (em Portugal)”, Ana Neves &#8211;<a class="moretag" href="http://kmol.online.pt/eventos/2013/02/04/op2020-gc">... ler mais &#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>09h30 &#8211; Abertura e Boas Vindas<br />
09h45 &#8211; Painel I – Estratégia Europa 2020<br />
10h00 &#8211; Painel II &#8211; Mesa Redonda<br />
Moderador: Etelberto Costa (Coordenador do Projeto Oportunidade 2020)<br />
“Inteligência Competitiva &#8211; Um Novo Desafio Estratégico“, Francisco Jaime Quesado &#8211; Especialista em Estratégia, Inovação e Competitividade<br />
“A gestão de conhecimento nas organizações (em Portugal)”, Ana Neves &#8211; Sócia-Gerente, Knowman<br />
11h20 &#8211; Painel III – Painel Boas Práticas: Case Studies<br />
“Transformar Conhecimento em Negócio” – Ana Paula Reis, Diretora Geral, Seldata<br />
“Criação, Comunicação e Transmissão de Conhecimento”– Cristina Amaro, Sócia Fundadora e Diretora da Olho<br />
Azul<br />
“A visão da Gestão do Conhecimento de uma Empresa Multinacional” – Rui Almeida, Diretor de Research e<br />
Business Inteligence da Havas Media<br />
Debate moderado por: Luís Marques, Diretor Geral da Fórmula do Talento<br />
13h00 &#8211; Conclusões e Encerramento</p>
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