Livro de visitas

O que acha do portal KMOL? Que ideias tem para que possamos melhorar?

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64 comentários em “Livro de visitas

  • Continuando Ferdinand,

    Essa comunidade é simplesmente um subconjunto dos recursos que compõem uma Organização.A Organização que acompanho há sensivelmente 22 anos.
    Pois bem, em que direcção é que estou a pedir que contribua com a sua opinião?
    Na vertente sociocultural das organizações; por que sinto que a cultura organizacional, a conduta dos recursos (aprendentes e não aprendentes – todos pensantes), que influenciam directamente e indirectamente, tem que ser readaptada e integrada de forma que a Organização consiga efectivamente gerir recursos e conhecimento; com a finalidade de estar pronta para qualquer tipo de mudança e ao mesmo tempo dar a prova de um exemplo de uma “Grande Equipa(Família)” forte, equilibrada e implacável.

  • Continuando Ferdinand,

    A Organização nasceu e cresceu, passando de um serviço para uma comunidade.
    Em termos de gestão, passou da gestão “por aplicações”, para gestão de “serviços”, com um crescimento exponencial de sistemas/aplicações, disponibilizadas através de uma multiplicidade de canais.
    Parece-me, que faz sentido, nos próximos tempos, encaminhar no sentido de simplificar e harmonizar este crescimento com base no seginte modelo, em termos de actuação:
    1-Simplificar, pressupondo o modelo embrionário do plano táctico de implementação da estratégia organizacional, tendo sempre presente os objectivos do mais alto nível.
    2-Concretizar o plano anual de melhoramentos de processos, dando continuidade à seguinte sequência lógica em termos de abordagem:
    Macro-processo -> Processo -> Iniciativa – > Melhoramento, conforme tem sido feito pelo Serviço de Gestão de Processos.
    3-Cobrir a Comunidade de Aprendentes, ou seja, criar oportunidades àqueles que se prontificam para mudar, aprender e crescer.

  • Não se assuste Ferdinand :)

    Agora é que é a minha grande questão:
    No contexto organizacional que acabei de descrever ,
    até que ponto se deve cruzar a sociologia de trabalho, a sociologia do conhecimento e ainda a sociologia das organizações, na gestão de conhecimento e aprendizagem organizacional?
    Tenho um amigo (Karim Akbar Ali) que tem ideias muito claras nas áreas de sociologia, filosofia e direito de trabalho. Devemos pedir-lhe que pense connosco?

  • Aniss
    Confesso que não sei o que dizer.
    Talvez a leitura do “Sociedade aberta e seus inimigos” do Karl Popper pudesse ajudar.

  • Ana
    Posso convidar o Karim para debater este assunto e assim explorar e esclarecer um pouco mais as minhas dúvidas?

  • Olá Ferdinand,
    Obrigada pela sugestão…mas vou pedir-lhe que continue atento a esta localização, pois se O Patrão permitir, vou convidar o meu irmão para se juntar a nós. Pode ser?

  • Peço desculpa pelo meu silêncio. Estive uns diazitos de férias e só agora me apercebi de toda esta dinâmica. Que bom!
    Aniss, pode convidar para este espaço quem quiser. Aliás, convidar nem será bem o termo – desafiar talvez seja melhor, pois espaços abertos não precisam de convite :-)
    De qualquer forma, o tema que levantou é tão interessante que eu própria vou colocar-lhe um desafio: porque não escreve um pequeno texto (por exemplo que inclua os seus últimos comentários aqui postados)? Dessa forma posso colocá-lo na secção de artigos (com o nome da Aniss como autora, claro!) e fica mais fácil desafiar pessoas para o debate (pois terá um endereço próprio) e concentrar o debate numa única página que se pode referenciar a partir de outras. Se aceitar o desafio, por favor envie o texto para o meu email. Obrigada.

  • Bom dia Ana

    Aceito a sua proposta, e deixo aqui um pedido para debate dessa grande questão:
    Na sequência do seu registo na revista “POSI Mag,Nº5″ que passo a copiar;
    “Muito se fala na crise. Crise ou não crise, a verdade é que a situação económica do nosso país (e não só) está a passar uma fase menos boa e carregada de grandes incertezas.
    Enquanto que algumas organizações vêem nisso fonte de preocupação,outras detectam o momento actual como uma oportunidade de mudança e investimento. Uma situação económica envolvente menos favorável pode dar às organizações a possibilidade de:
    -alargar para outros mercados
    -adicionar novos produtos e serviços ao ser portefólio
    -apostar num novo modelo de negócio
    -idealizar e implementar novos processos internos.
    A análise destas opções deve ser feita de forma consciente e suportada pelos melhores dados, informação e conhecimento. Mas, onde estão eles?…Pois bem, uma adequada estratégia para a gestão de conhecimento é de grande importância em todas as fases da vida de uma organização mas revela-se crítica em alturas como esta,”;
    desafio-vos para a seguinte reflexão:

    -Que altura é “esta” em termos sociais e em termos humanos?
    Porque é que andam todos virados para o “ser” e o “saber” social, integrado no “ser e no “saber” científico, emocional e afectivo?
    - Estamos a falar de três existências: 1-SER(social), 2-SABER(várias inteligências e conhecimento), 3-ESTAR(com um único objectivo: educar-mo-nos ao longo da vida a sabermos estar e sabermos viver numa sociedade totalmente sacudida e posta à prova em termos de valores e crenças).
    Quando falamos na sociedade, falamos numa classe de seres pensantes; os mesmos seres pensantes que são objecto duma classe chamada “organização” ou “empresa” ou “negócio”.
    E aqui está a grande questão. “Nesta altura” descrita por si e no “contexto social/organizacional” que descrevi, faz ou não sentido, cruzar a sociologia de trabalho, a sociologia do conhecimento e ainda a sociologia das organizações?
    Seria interessante debater esta questão, não com base no conhecimento científico das diferentes sociologias) mas com base na experiência real vivida no contexto da gestão de conhecimento e aprendizagem organizacional!

  • Bom dia Kmol, bom dia n vezes!
    Bom dia à minha Equipa de trabalho,
    Bom dia Ferdinand,

    Voltei para não “hibernar” mais vez nenhuma.
    Voltei porque também a minha grande causa é a integração à mudança e fazer da crise uma forma inovadora de pensar e viver.

  • Bom dia à Equipa de Trabalho,
    Peço-vos que comentem o comentário por mim registado no dia 10 Agosto do corrente ano no contexto da nossa organização – DGITA.

    Muito obrigada.

  • Bom dia Ana
    Bom dia KMOL
    Bom dia “Dunyá” (MUNDO)
    Desejo-vos um grandioso 2012, com muita saúde, muita alegria, muita união e, força positiva, do tamanho deste universo e de todos os universos ainda não descobertos .

    Um grande abraço

  • Parabéns pelo blog. A riqueza de informações nos faz pensar que trabalhas também com Responsabilidade Social porque registras conhcimentos e informações, verdadeira socialização da economia do pensar. Grata por sua existência. Abraços Marta – Fortaleza(CE)

  • Bom dia Kmol,
    Bom dia Ana,
    Mais uma vez me vou servir deste seu poderoso portal, como veículo de comunicação que, de quando em quando, me ocorre utilizá-lo para sentir a minha própria voz!

    Hoje a minha mensagem é dirigida a todas as mulheres do Mundo e muito particularmente à Mulher Portuguesa:

    -Um dia feliz!
    -Que este dia seja, não um dia, mas um momento de glória; pela nossa existência, e, pela existência de todos os homens que, com o devido respeito, nos reconhecem como iguais.

  • Penso não concordar que muitas cabeças pensam melhor!
    A frente do conhecimento sempre foi extendida por pensadores solitários, gênios.




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