O que acha do portal KMOL? Que ideias tem para que possamos melhorar?
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As narrativas são um tópico importante: apaixonante para muitos, assustador para outros, desconhecido para alguns e ridicularizado por muitos destes últimos. A Sparknow é uma... ler mais →
De vez em quando tenho o prazer de visitar empresas onde me deparo com ideias geniais de tão simples que são e de tão eficazes que podem ser. Uma ligação vídeo entre escritórios e uma campainha podem fazer a diferença.
É frequente ouvir-se que é difícil incorporar princípios de gestão de conhecimento na organização, ou que os colaboradores resistem ao uso de plataformas de colaboração,... ler mais →
Continuando Ferdinand,
Essa comunidade é simplesmente um subconjunto dos recursos que compõem uma Organização.A Organização que acompanho há sensivelmente 22 anos.
Pois bem, em que direcção é que estou a pedir que contribua com a sua opinião?
Na vertente sociocultural das organizações; por que sinto que a cultura organizacional, a conduta dos recursos (aprendentes e não aprendentes – todos pensantes), que influenciam directamente e indirectamente, tem que ser readaptada e integrada de forma que a Organização consiga efectivamente gerir recursos e conhecimento; com a finalidade de estar pronta para qualquer tipo de mudança e ao mesmo tempo dar a prova de um exemplo de uma “Grande Equipa(Família)” forte, equilibrada e implacável.
Continuando Ferdinand,
A Organização nasceu e cresceu, passando de um serviço para uma comunidade.
Em termos de gestão, passou da gestão “por aplicações”, para gestão de “serviços”, com um crescimento exponencial de sistemas/aplicações, disponibilizadas através de uma multiplicidade de canais.
Parece-me, que faz sentido, nos próximos tempos, encaminhar no sentido de simplificar e harmonizar este crescimento com base no seginte modelo, em termos de actuação:
1-Simplificar, pressupondo o modelo embrionário do plano táctico de implementação da estratégia organizacional, tendo sempre presente os objectivos do mais alto nível.
2-Concretizar o plano anual de melhoramentos de processos, dando continuidade à seguinte sequência lógica em termos de abordagem:
Macro-processo -> Processo -> Iniciativa – > Melhoramento, conforme tem sido feito pelo Serviço de Gestão de Processos.
3-Cobrir a Comunidade de Aprendentes, ou seja, criar oportunidades àqueles que se prontificam para mudar, aprender e crescer.
Não se assuste Ferdinand :)
Agora é que é a minha grande questão:
No contexto organizacional que acabei de descrever ,
até que ponto se deve cruzar a sociologia de trabalho, a sociologia do conhecimento e ainda a sociologia das organizações, na gestão de conhecimento e aprendizagem organizacional?
Tenho um amigo (Karim Akbar Ali) que tem ideias muito claras nas áreas de sociologia, filosofia e direito de trabalho. Devemos pedir-lhe que pense connosco?
Aniss
Confesso que não sei o que dizer.
Talvez a leitura do “Sociedade aberta e seus inimigos” do Karl Popper pudesse ajudar.
Ana
Posso convidar o Karim para debater este assunto e assim explorar e esclarecer um pouco mais as minhas dúvidas?
Olá Ferdinand,
Obrigada pela sugestão…mas vou pedir-lhe que continue atento a esta localização, pois se O Patrão permitir, vou convidar o meu irmão para se juntar a nós. Pode ser?
Peço desculpa pelo meu silêncio. Estive uns diazitos de férias e só agora me apercebi de toda esta dinâmica. Que bom!
Aniss, pode convidar para este espaço quem quiser. Aliás, convidar nem será bem o termo – desafiar talvez seja melhor, pois espaços abertos não precisam de convite :-)
De qualquer forma, o tema que levantou é tão interessante que eu própria vou colocar-lhe um desafio: porque não escreve um pequeno texto (por exemplo que inclua os seus últimos comentários aqui postados)? Dessa forma posso colocá-lo na secção de artigos (com o nome da Aniss como autora, claro!) e fica mais fácil desafiar pessoas para o debate (pois terá um endereço próprio) e concentrar o debate numa única página que se pode referenciar a partir de outras. Se aceitar o desafio, por favor envie o texto para o meu email. Obrigada.
Bom dia Ana
Aceito a sua proposta, e deixo aqui um pedido para debate dessa grande questão:
Na sequência do seu registo na revista “POSI Mag,Nº5″ que passo a copiar;
“Muito se fala na crise. Crise ou não crise, a verdade é que a situação económica do nosso país (e não só) está a passar uma fase menos boa e carregada de grandes incertezas.
Enquanto que algumas organizações vêem nisso fonte de preocupação,outras detectam o momento actual como uma oportunidade de mudança e investimento. Uma situação económica envolvente menos favorável pode dar às organizações a possibilidade de:
-alargar para outros mercados
-adicionar novos produtos e serviços ao ser portefólio
-apostar num novo modelo de negócio
-idealizar e implementar novos processos internos.
A análise destas opções deve ser feita de forma consciente e suportada pelos melhores dados, informação e conhecimento. Mas, onde estão eles?…Pois bem, uma adequada estratégia para a gestão de conhecimento é de grande importância em todas as fases da vida de uma organização mas revela-se crítica em alturas como esta,”;
desafio-vos para a seguinte reflexão:
-Que altura é “esta” em termos sociais e em termos humanos?
Porque é que andam todos virados para o “ser” e o “saber” social, integrado no “ser e no “saber” científico, emocional e afectivo?
- Estamos a falar de três existências: 1-SER(social), 2-SABER(várias inteligências e conhecimento), 3-ESTAR(com um único objectivo: educar-mo-nos ao longo da vida a sabermos estar e sabermos viver numa sociedade totalmente sacudida e posta à prova em termos de valores e crenças).
Quando falamos na sociedade, falamos numa classe de seres pensantes; os mesmos seres pensantes que são objecto duma classe chamada “organização” ou “empresa” ou “negócio”.
E aqui está a grande questão. “Nesta altura” descrita por si e no “contexto social/organizacional” que descrevi, faz ou não sentido, cruzar a sociologia de trabalho, a sociologia do conhecimento e ainda a sociologia das organizações?
Seria interessante debater esta questão, não com base no conhecimento científico das diferentes sociologias) mas com base na experiência real vivida no contexto da gestão de conhecimento e aprendizagem organizacional!
Bom dia Kmol, bom dia n vezes!
Bom dia à minha Equipa de trabalho,
Bom dia Ferdinand,
Voltei para não “hibernar” mais vez nenhuma.
Voltei porque também a minha grande causa é a integração à mudança e fazer da crise uma forma inovadora de pensar e viver.
Bom dia à Equipa de Trabalho,
Peço-vos que comentem o comentário por mim registado no dia 10 Agosto do corrente ano no contexto da nossa organização – DGITA.
Muito obrigada.
Bom dia Ana
Bom dia KMOL
Bom dia “Dunyá” (MUNDO)
Desejo-vos um grandioso 2012, com muita saúde, muita alegria, muita união e, força positiva, do tamanho deste universo e de todos os universos ainda não descobertos .
Um grande abraço
Parabéns pelo blog. A riqueza de informações nos faz pensar que trabalhas também com Responsabilidade Social porque registras conhcimentos e informações, verdadeira socialização da economia do pensar. Grata por sua existência. Abraços Marta – Fortaleza(CE)
Bom dia Kmol,
Bom dia Ana,
Mais uma vez me vou servir deste seu poderoso portal, como veículo de comunicação que, de quando em quando, me ocorre utilizá-lo para sentir a minha própria voz!
Hoje a minha mensagem é dirigida a todas as mulheres do Mundo e muito particularmente à Mulher Portuguesa:
-Um dia feliz!
-Que este dia seja, não um dia, mas um momento de glória; pela nossa existência, e, pela existência de todos os homens que, com o devido respeito, nos reconhecem como iguais.
Penso não concordar que muitas cabeças pensam melhor!
A frente do conhecimento sempre foi extendida por pensadores solitários, gênios.